Fala-se muito das riquezas do nosso país. Da Amazônia como pulmão do mundo. Das praias do Rio de Janeiro e do Nordeste. Dos Lençóis Maranhenses, entre outras belezas naturais. Fala-se muito e com orgulho. Com um sentimento de que tudo nos pertence, principalmente quando se está fora desse imenso território chamado Brasil. Mas quando os pés estão fincados em algum ponto dessa grande área, a coisa muda de figura. O orgulho das nossas riquezas continua, mas de uma maneira bem inerente, voltado a uma espécie de competição. A luta é para saber qual estado tem mais belezas, tem mais riquezas. Sejam elas naturais ou não.
Pois bem! Esbarramos em uma questão sempre presente quando estamos falando dos territórios que compõem o Brasil: o regionalismo dos seus habitantes. Uma espécie de individualismo estadual. Nesse ponto não somos mais brasileiros, somos cariocas, paulistas, pernambucanos, cearenses. E cada estado que lute pela sua sobrevivência, sem se importar com o desenvolvimento dos demais.
Quando o assunto é dinheiro, aí é que a coisa fica feia mesmo. Estados brigam até por coisas que não estão no seu espaço físico. Como é o caso da exploração do petróleo no alto mar e seus famosos royalties.
A briga agora é para individualizar algo que pertence a todo território do Brasil, já que as plataformas não pertencem a nenhuma divisa estadual. Não é colocado em questão o que é melhor para o Brasil, mas sim o que uns poucos estados vão perder com isso. É justo enquanto poucos estados são privilegiados com incentivos financeiros outros tenham sua população à beira da miséria? É o que acha um ou outro governador, apoiado pelos seus conterrâneos e toda uma leva de artistas e meios de comunicações responsáveis pela manipulação da massa nacional em função da regional. Um espetáculo com direito a choro, passeata e apelo de famosos.
Aí eu pergunto: - Onde está o restante da nação? Cadê a luta por um Brasil mais justo e igual? Ou esses poucos estados são realmente a realeza do Brasil? Fazendo jus ao sentido mais primitivo dessa palavra inglesa designada para dar nome a esses valores pagos. ROYALTIES
Pois bem! Esbarramos em uma questão sempre presente quando estamos falando dos territórios que compõem o Brasil: o regionalismo dos seus habitantes. Uma espécie de individualismo estadual. Nesse ponto não somos mais brasileiros, somos cariocas, paulistas, pernambucanos, cearenses. E cada estado que lute pela sua sobrevivência, sem se importar com o desenvolvimento dos demais.
Quando o assunto é dinheiro, aí é que a coisa fica feia mesmo. Estados brigam até por coisas que não estão no seu espaço físico. Como é o caso da exploração do petróleo no alto mar e seus famosos royalties.
A briga agora é para individualizar algo que pertence a todo território do Brasil, já que as plataformas não pertencem a nenhuma divisa estadual. Não é colocado em questão o que é melhor para o Brasil, mas sim o que uns poucos estados vão perder com isso. É justo enquanto poucos estados são privilegiados com incentivos financeiros outros tenham sua população à beira da miséria? É o que acha um ou outro governador, apoiado pelos seus conterrâneos e toda uma leva de artistas e meios de comunicações responsáveis pela manipulação da massa nacional em função da regional. Um espetáculo com direito a choro, passeata e apelo de famosos.
Aí eu pergunto: - Onde está o restante da nação? Cadê a luta por um Brasil mais justo e igual? Ou esses poucos estados são realmente a realeza do Brasil? Fazendo jus ao sentido mais primitivo dessa palavra inglesa designada para dar nome a esses valores pagos. ROYALTIES

